domingo, 16 de agosto de 2020

Consciência Ecológica

Evitar as queimadas e proteger o meio ambiente é uma forma de Consciência Ecológica


Queimada é uma prática primitiva da agricultura, destinada principalmente à 

limpeza do terreno para o cultivo de plantações ou formação de pastos, com uso do fogo de forma controlada que, às vezes, pode descontrolar-se e causar incêndios em florestas, matas e terrenos grandes. 

O tempo seco que vem em épocas como o inverno traz também um grande perigo: as queimadas, que resultam na queima de grandes extensões de vegetação. O risco de incêndios ameaça não apenas áreas de preservação isoladas, mas também centros urbanos, já que 90% dos focos começam por razões humanas. No Dia de Proteção às Florestas, aprenda a diminuir os riscos e entenda como evitar as queimadas, que podem pôr em risco a vida de muita gente.


CONSCIÊNCIA AMBIENTAL: ENTENDA O QUE É E A SUA IMPORTÂNCIA

 

Alunos da ABS* visitam projeto sustentável do prof Bil


Nosso planeta está passando por alterações climáticas muito sérias. Recursos naturais importantes estão se esgotando e desastres ecológicos, como o derramamento de óleo na costa brasileira, têm sido cada vez mais frequentes. Tudo isso devido à ação do ser humano. Por isso, hoje em dia, ter consciência ambiental é uma obrigatoriedade.

Neste texto, explicaremos o que é a consciência ambiental e como ela é importante para o mundo. Traremos também algumas formas de despertar 



esse conhecimento nas pessoas, além de ações para levar a mudanças concretas. Boa leitura!

 

AFINAL, DO QUE SE TRATA A CONSCIÊNCIA AMBIENTAL?

O homem influencia a natureza desde o estabelecimento da humanidade em sociedades. Os processos mais ambientalmente impactantes surgiram com a Revolução Industrial, na Europa, a partir dos séculos XVIII e XIX. Isso porque as indústrias começaram a explorar muita matéria-prima e a poluir a atmosfera. Além disso, incentivou a urbanização e a intensificação da produção de lixo.

Assim, da relação do homem com a natureza surge a consciência ambiental, que consiste em entender o meio onde está inserido. De modo geral, ter esse entendimento é saber o funcionamento do meio ambiente e como nossas ações causam impactos a curto, médio e longo prazo. Isso engloba o tipo de poluição gerada por diferentes atividades e os recursos demandados. 

A consciência completa não separa o ser do ambiente, mas desperta na pessoa a percepção de que as agressões à natureza serão um reflexo dela própria. Por fim, esse conhecimento precisa ser colocado em prática de forma a mitigar os efeitos negativos com ações conscientes de preservação. 

 

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

A consciência ambiental está diretamente relacionada à sustentabilidade porque ser sustentável significa colocar em prática as ações para preservar os recursos. O desenvolvimento do mundo depende sim da exploração do capital natural, mas ele é finito e o mundo já vislumbra um esgotamento.

Assim, um desenvolvimento apenas para a lucratividade, sem se preocupar com os impactos, é egoísta e autodestrutivo. Já o sustentável se apoia em três pilares: social, ambiental e econômico. O objetivo é utilizar processos para garantir o bem-estar social e a manutenção dos recursos naturais para as gerações futuras, sem deixar de lado os ganhos econômicos.

 

COMO DESPERTAR ESSA PREOCUPAÇÃO NAS PESSOAS?

Mesmo com muito espaço para a mudança, o brasileiro tem, aos poucos, melhorando a consciência ambiental. Ele tem percebido os problemas ao redor, como a fumaça gerada por carros, os rios extremamente poluídos e os lixos nas ruas. O cenário tem se tornado otimista.

Incomodar-se com esse tipo de situação é o primeiro passo na direção certa. Mas é preciso muito mais. A geração atual de crianças vai conviver diretamente com os problemas ambientais no futuro. Por isso, ensiná-las desde cedo as boas práticas em relação à natureza é essencial. Muito já é ensinado na escola, mas também cabe aos pais fornecer uma educação ambiental aos filhos.

Uma criança é o reflexo da criação dela e dos adultos próximos. Assim, vale a pena investir em pequenas ações diárias para mostrar aos pequenos a importância de ser consciente. Uma das questões mais importantes é evitar o desperdício para não gerar mais lixo.

Além disso, é preciso mostrar como o plástico pode ser bastante prejudicial. Leve para o mercado bolsas ecológicas e use sacolas biodegradáveis para o recolhimento dos resíduos de casa. Água e energia devem ser poupadas por meio de formas de consumo que fujam do habitual.

Isso é importante esses jovens se tornarem adultos conscientes e cidadãos éticos. Preocupar-se com questões ambientais é ter consideração por todo mundo e por todas as pessoas.

Ter noção do próprio consumo e buscar aperfeiçoar esse processo provoca, pouco a pouco, uma mudança nas relações comerciais. Isso porque a resposta do mercado e das empresas será transformar produtos e serviços de forma a diminuir a pegada ecológica.

 

QUAIS MEDIDAS TOMAR PARA MUDAR O CENÁRIO ATUAL?

Buscar informações sobre os impactos ambientais e transmiti-las para os seus filhos é muito importante. Bem como relacionar esses impactos com processos diários e investir em ações mitigadoras. No dia a dia, os consumos mais desafiadores de serem mudados são os de água e de eletricidade.

 

ÁGUA

Pequenas mudanças podem gerar uma grande economia de água, o que favorece também o orçamento familiar. No caso dos banhos, por exemplo, a vazão dos chuveiros varia entre 6 e 25 litros de água por minuto, de acordo com o tamanho do aparelho e a pressão. Dessa forma, o banho de 15 minutos em um chuveiro simples pode gastar entre 90 e 375 litros.

Uma boa ideia é desligar o equipamento para se ensaboar e reduzir para cerca de cinco minutos o chuveiro ligado. Assim, o gasto cai para um valor entre 30 e 125 litros. Escovar os dentes e fazer a barba com a torneira fechada também tem um impacto positivo, deixe para a abrir o registro no momento do enxágue.

Para quem tem o hábito de lavar o quintal ou o carro, faça isso com baldes porque as mangueiras têm uma vazão de água muito maior. Isso também se aplicar para molhar plantas e gramados. É também importante fazer essas tarefas em horários mais frescos como à noite ou no início da manhã para evitar a evaporação rápida.

O reaproveitamento da água é também muito interessante. Com a captação da água da chuva, é possível substituir a encanada em várias atividades citadas, como para regar plantas e lavar o carro.

 

ELETRICIDADE


A produção de energia elétrica é a grande vilã dos impactos ambientais. Isso porque o mundo cada vez mais depende de funcionalidades elétricas. No Brasil, boa parte da matriz energética depende da produção das usinas hidrelétricas, que têm um grande impacto negativo durante a instalação, devido à inundação de áreas quilométricas.

Dessa forma, a economia de luz no dia a dia é necessária e pode ser feita por meio de sensores de presença em locais como corredores e saguões, troca de eletrodomésticos sem certificação e a instalação de tomadas que desligam sozinhas após um tempo de ociosidade do equipamento conectado.

Além disso, a produção própria de energia pode ser muito benéfica. Esse é o caso da energia solar fotovoltaica que pode ser instalada em diferentes telhados e coberturas e em áreas planas como estacionamentos. Essa é uma fonte limpa e renovável para gerar economia para o consumidor.

QUAIS AS VANTAGENS DE ADOTAR UM ESTILO DE VIDA PAUTADO NA PRESERVAÇÃO AMBIENTAL?

O seu estilo de vida nada mais é do que a soma das suas atitudes que o diferenciam socialmente, definindo a sua rotina. O jeito como você vive seu dia a dia diz muito sobre quem você é. Cada comportamento pode ter afinidade com determinadas culturas, como o vegetarianismo, a medicina alternativa, práticas espirituais e hábitos sustentáveis, entre outras.

Um estilo de vida focado na sustentabilidade, por exemplo, é aquele que provoca uma reflexão a respeito do impacto que causamos em nosso ecossistema. Com isso, a rotina é repensada para que os danos sejam amenizados. Cada uma das nossas atitudes diárias faz diferença, pode acreditar. Para você ter uma ideia 70% dos problemas ambientais do mundo são decorrentes de hábitos ruins dos cidadãos americanos.

O consumo em si não é o que deixa a Terra em uma situação ambiental difícil. Na realidade, consumir é uma ação necessária para que nossa espécie sobreviva. Porém, você já parou para pensar se tudo o que adquiriu nos últimos anos realmente foram itens indispensáveis na sua vida?

O consumo consciente impacta diretamente a preservação ambiental. Isso porque consumir exageradamente causa uma superexploração dos recursos naturais, interferindo no equilíbrio do meio ambiente.

Segundo o relatório Planeta Vivo, somando o consumo de toda a população mundial, esse índice fica 30% além do que nosso planeta consegue repor. Outra informação, divulgada pelo World Watch Institute (WWI), aponta que são extraídos 50% a mais de recursos naturais hoje do que há 30 anos.

Sabemos que o número de habitantes global apresentou crescimento nos últimos anos, e isso, naturalmente, acarreta um consumo maior. Todavia, existem uma desigualdade gritante, já que os grupos privilegiados economicamente consomem mais do que precisam, enquanto grande parte da população mundial sofre com a falta de recursos básicos.

A partir do momento que compreendemos a sociedade desigual na qual estamos inseridos, passamos a ficar mais atentos à importância de diminuir o que é supérfluo, consumindo de maneira mais consciente.

REPENSE SEUS HÁBITOS DE CONSUMO

Nossa dica é que você vá além da redução do consumo, repensando seus hábitos para contribuir com a amenização dos impactos ao meio ambiente que a produção de alguns materiais causam.

Afinal de contas, uma das maiores consequências de consumir desenfreadamente é o lixo produzido. O Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2017 informa que, todos os anos, são geradas 71,6 milhões de toneladas de resíduos sólidos nos grandes centros urbanos.

Uma ação significativa para atenuar esses impactos é escolher comprar de marcas e empresas que sigam boas práticas no quesito sustentabilidade. Lembre-se que o setor industrial é o segundo maior poluidor do planeta. Portanto, é imperativo que essa postura seja mudada. Quando o consumidor cobra a mudança e pauta suas decisões de compra em cima disso, consegue fazer a sua parte para atenuar os impactos ambientais.

QUAIS OS DESAFIOS DA CONSCIÊNCIA AMBIENTAL?

Vejamos quais são os principais desafios para a mudança de atitude, a fim de adotar a consciência ambiental como um estilo de vida.

 

REDUZIR O CONSUMO DE ENERGIA

São tantos aparelhos eletrônicos, automação em residências e empresas, que o gasto de energia é cada vez maior. Só que é preciso prestar atenção e ter conhecimento de qual a fonte energética que produz a eletricidade que chega até seu imóvel comercial ou residencial.

Infelizmente, como explicamos acima, a maior parte é proveniente de fontes poluentes, como o carvão e o petróleo. No entanto, a boa notícia é que energias limpas e renováveis estão cada vez mais acessíveis à população.

Então, além de reduzir o consumo de energia, procure optar pela geração elétrica por meio da irradiação do sol (energia solar) ou da força dos ventos (energia eólica).

 

RECICLAR

A Associação Empresarial para Reciclagem (CEMPRE) realizou um estudo que aponta o Brasil como produtor de mais de 240 mil toneladas de lixo diariamente. Esse é o principal agente causador da degradação ambiental por aqui, tornando a reciclagem um hábito fundamental para manter a saúde do planeta e das pessoas.

Só que a realidade nos mostra que reciclar ainda é uma atitude pouco aplicada no dia a dia do brasileiro. Isso porque das 240 mil toneladas de lixo gerada todos os dias, somente 2% é encaminhado para a reciclagem, enquanto 45% poderia ser reciclado.

Quanto mais reciclarmos, mais reduziremos o lixo dos aterros sanitários. Também evitaremos a poluição do ar e a ocorrência de desastres naturais, como enchentes, deslizamentos e contaminações do solo e da água utilizada no cultivo. Sem falar nos postos de trabalho que são abertos para que desempregados tenham uma chance de sustentar suas famílias.

 

PRESERVAR RECURSOS NATURAIS

Cerca de 70% da Terra é composta por água. Daí vem o nome Planeta Azul. Então, por que será 

que ambientalistas do mundo todo afirmam que a água é um recurso natural escasso hoje em dia? Porque somente 2,5% desse total é doce, sendo que a maior parte está nas geleiras. Por isso, a crise mundial de falta de água é uma realidade e um grande perigo para a humanidade.

As atitudes simples no nosso dia a dia que já abordamos aqui ajudam muito na preservação desse recurso natural indispensável para a vida de todos os seres terrenos. No entanto, o principal, é evitar o desperdício de alimentos, pois mais da metade da água dos nossos reservatórios é direcionada à irrigação do setor Agropecuário. Isto é, quem estraga alimentos, está jogando fora água que foi usada no processo produtivo.

Pronto! Agora você já sabe como a consciência ambiental é importante para a preservação dos recursos e a necessidade de ser transmitida para as novas gerações. Procure, dentro da sua realidade, colocar em prática algumas das ações citadas. Temos certeza que boa parte dessas medidas pode ser incorporada na sua rotina.

Por mais que pareça um futuro distante a escassez de recursos naturais importantes, como a água, a realidade já está batendo em nossas portas. Inclusive, o Brasil criou o sistema de bandeiras tarifárias, justamente por causa da falta de água nas hidrelétricas. Ou seja, somos nós que estamos pagando, literalmente, o preço da falta de consciência ambiental.

todos os anos, de acordo com estimativas da ONU.

Soluções: há uma vasta gama de técnicas de conservação e restauração do solo, como plantio direto, rotação de culturas e a construção de "terraços" para controle da erosão pluvial. Considerando que a segurança alimentar depende da manutenção dos solos em boas condições, é provável que este desafio seja solucionado no longo prazo. Ainda é uma questão em aberto, porém, se isso vai beneficiar igualmente todas as pessoas ao redor do globo.

ABS* Escola Altamir Billy Soares


terça-feira, 28 de julho de 2020

Uma estrada transoceânica passa por Rondônia.

Placa na fronteira do Brasil com o Peru


A estrada interoceânica, transoceânica ou bioceânica é formada por diversas estradas interligando a costa leste brasileira no Oceano Atlântico ao Oceano Pacífico passando por Porto Velho e Rio Branco chegando até o país vizinho, o Peru.

Ainda na década de 80 o empresário e jornalista rondoniense Miguel de Souza e uma equipe percorreu toda a extensão da parte Oeste desta rodovia que na época era apenas um sonho. o projeto foi desenvolvido e posteriormente executado pelo governo brasileiro e o governo peruano por volta de 2006 e 2007 conclusão permitiu que cargas brasileiras fossem despachados em portos peruanos e vice-versa fato que favoreceu muito a produção de carne e grãos na região centro-oeste brasileira principalmente no norte de Mato Grosso Rondônia e Acre.

Segundo Miguel de Souza, em seu livro "Saída para o Pacífico", o preço da tonelada baixaria cerca de U$30, porquê, dessa forma, não haveria necessidade de pagar as altas taxas cobradas nos canais de navegação intra oceânicos como é o caso do Canal do Panamá o que permite a passagem entre Oceano Atlântico e Oceano Pacífico para as cargas com destino ao mercado asiático.

Vendedores à beira da estrada do Pacifico no Peru

Para quem viaja nessa região observa como essa obra alavancou o crescimento econômico, sobretudo no Altiplano andino, onde existe áreas de semidesertos existe uma população de pobreza extrema que após a construção da rodovia tem obtido emprego e renda através de pequenos negócios instalados ao longo da Estrada.
Atualmente a construção da ponte sobre o Rio Madeira, na ponta do Abunã, vai favorecer o transporte e baixar seu custo, principalmente porque não haverá necessidade do uso da Balsa que ainda funciona no local.

O principal país interessado nessa rodovia é a China porque ela é o maior importador de produtos agrícolas brasileiros. Além disso essa estrada favoreceu o turismo regional tanto em direção ao Peru quanto em relação ao destino brasileiro aumentando o fluxo de pessoas em ambos os países.

terça-feira, 30 de junho de 2020

Mineração e os Ciclos da borracha em Rondônia

Mineração em RO


     Os recursos minerais são divididos em metálicos e não-metálicos.
     Os minerais metálicos perfazem 85% dos recursos do estado, enquanto os não-metálicos apenas 15%.
     Ouro, ferro, manganês e estanho (cassiterita) são os destaques dos metálicos.
    Entre os não-metálicos sobressaem jazimentos de diamante, ametista, berilo, água-marinha, argila, areia, cascalho, granito, gnaisse, gabro e cascalho.


       Podemos verificar que o maior número de jazidas são de cassiterita (estanho) e de ouro.
     Há concentrações minerais no leste, na divisa com o Mato Grosso, no oeste a margem direita do Rio Guaporé.
      No Planalto dos Parecis, acompanhando a BR-364, localizam-se depósitos minerais desde o extremo sul do estado até Porto Velho e, depois, ao longo do Rio Madeira.
     A área menos aquinhoada é a margem direita dos Rios Guaporé-Mamoré, ou seja, a metade oeste do estado.

O ciclo do Ouro em Rondônia é considerado o período em que a extração do minério na região do Vale do Guaporé estava ligada ao ciclo do ouro do Brasil do século 18

 Grande quantidade de Ouro foi encontrada em Vila Bela Mato Grosso próximo a nascente do rio Guaporé mais tarde também tiveram êxito os bandeirantes que chegaram a foz do rio Corumbiara.  Depois de encontrar ouro no Rio Corumbiara  os bandeirantes continuaram descendo os rios Guaporé Mamoré até chegar no Rio Madeira.



A Cassiterita, o minério do estanho teve suas maiores jazidas no Vale do Rio Jamari do Rio Candeias nas regiões reconhecido hoje como Buritis e Ariquemes.
 Durante muitos anos Rondônia tornou-se o maior produtor de estranho do mundo 

Sugestão: Veja o documentário sobre a mineração de cassiterita:

Filme de Marcos Santilli sobre a mineração de cassiterita no garimpo Bom Futuro


A primeira mina de cassiterita descoberta em Rondônia, se localizava no rio Machadinho, no seringal denominado Augustura, de propriedade do Sr. Joaquim Pereira Rocha, no ano de 1955, este achado mudaria a História sócio-econômica de Rondônia.

   Em 1956, foi retirado inicialmente 4 toneladas, já em 1968 foi retirado do solo cerca de 10 toneladas, em 1962 retirou-se aproximadamente 678 toneladas do minério, em 1972 foram retiradas 2794 toneladas, e em 1973 no auge da extração do minério chegou-se a tirar até 7300 toneladas, chegando neste período a produção corresponder a 80% do produzido no país; tendo na figura de Flodoaldo Pontes Pinto e Moacir Mota, os maiores empresários envolvidos neste processo.
 


      Para entendermos com mais clareza este fenômeno e suas conseqüências, o território de Rondônia no ano de 1960 tinha apenas 36.936 habitantes, em 1980 essa população já era 10 vezes maior, correspondendo a 503.070 habitantes, a capital do estado, Porto Velho, já contando com pelo menos 20% desse total de habitantes.

quinta-feira, 18 de junho de 2020

A rodovia BR 364 e os Projetos de Colonização em Rondônia



FAMÍLIA Blanco Jimenez Gonsalez Abraran Blanco Lopes e Jesus : Do ...
BR 364 no periodo chuvoso de 1981


BR 364 no periodo chuvoso de 1981

Estrada Rondon / Rodovia – BR 364.

De 1909 a 1915, a comissão do engenheiro militar Mariano da Silva Rondon realiza a abertura no Mato Grosso – pela Floresta Amazônica até a margem direita do rio Madeira – 7km de Porto Velho.O objetivo era a instalação das Linhas Telegráficas, seria denominada por Roquete Pinto como a Estrada de Rondon.
ABERTURA DA BR – Em 2 de fevereiro de 1960, ocorreu uma reunião dos governadores da região Norte do país com o presidente JK. Paulo Nunes Leal – governador do Território, apresentou um levantamento dos trechos abertos da BR 29, rodovía Brasília-Acre.
Em 1960, a BR 364, então denominada BR 29, estava aberta num trecho de 90 km entre a cidade de Porto Velho e a localidade de São Pedro a margem do rio Jamari. Havia também um picadão de 90 km entre o rio Jamari e vila de Ariquemes. Partindo de Cuiabá a rodovia estava aberta até o rio Juruema.
A empresa Camargo Corrêa – construiu um campo de pouso em Vilhena. Pousavam aviões DC3, transportando máquinas, peças, combustíveis, alimentos e dava assistências aos operários.
No dia 4 de julho de 1960 – Jk derruba a última árvore no desmatamento da rodovia. O trecho entre Pimenta Bueno e Vila Rondônia.
Paulo Nunes Leal –convida a indústria automobilística FORD a realizar uma caravana, saindo de São Paulo até Porto Velho. Saíram 28 de outubro e chegaram em 28 de dezembro. A caravana FORD era composta por sete caminhões F 600, sendo cinco adquiridos pelo governo do Território.
No dia 13 de janeiro de 1961, em Cuiabá – Cerimônia de inauguração
da BR 364 – não sendo totalmente pavimentada. Para dar continuidade, administrar as construções das pontes de concreto sobre os principais rios e fazer a conservação da rodovia , O Governo Federal constituiu o 5° BEC – se instalou em Porto Velho em fevereiro de 1966.Também construiu a BR 425, trecho Abunã e Guajará-Mirim.  Em 1982 houve o início da pavimentação da BR 364 e sua conclusão em 1984.

Paulo Maluf e João B. Figueiredo  inaugura do asfaltamento da rodovia BR-364, em 13 de setembro de 1984 (VEJA, 19/09/1984, p. 89).

Dia do aniversário de Ouro Preto do Oeste é antecipado para sábado, 13
Os Três Coqueiros - Ouro Preto do Oeste em 1980


Os Três Coqueiros - Ouro Preto do Oeste em 1980


quarta-feira, 15 de abril de 2020

Como usar trechos de filmes em apresentações ou em sala de aula.

Sabe aquelas palestras chatas e aquelas aulas entediantes, que até mesmo você como palestrantes ou como professor não se aguenta? Pois é, há uma solução muito prática para essa "tragédia humana".  Eu estava ministrando uma aula em 2010, quando um aluno disse: "Professor, faz uma aula diferente!" Olhei firmemente para ele, era um excelente aluno,  pensei um pouco,  pois sabemos que esse tipo de aluno dificilmente faria uma observação dessas  se a situação não fosse realmente critica e, para não ficar sem resposta eu disse a ele que sentia  muito e  que não havia outra forma de entender aquele assunto senão pela leitura do texto complementar que estávamos lendo (era um trecho do livro O Povo Brasileiro de Darcy  Ribeiro) todavia percebi que realmente a aula estava mesmo insuportável. Claro que eu precisava tomar algumas providências urgente. Pensei em um filme mas, a experiência mostra que nem sempre isso é possível. Os filmes completos geralmente são longos, os equipamentos e os espaços às vezes não são adequados e por aí vai, se não há essas dificuldades a gente cria uma ou outra. Fato é que não queremos mudar nosso procedimento tradicional, não é verdade? Entretanto, eu mudei, minhas aulas  também mudaram, tornaram-se bem mais dinâmicas e atraentes, além da melhor assimilação dos conteúdos pela turma e, isso claro, foi o fator mais importante para mim. Você deve estar aí se perguntando como aconteceu esse milagre? Foi alguma mágica? Confesso que não. Não mesmo. Após o episódio a cima citado e, logo na aula seguinte, usei cenas do filme "Crash: no limite"  com base nas dicas do  livro   Lições que a Vida Ensina e a Arte Encena  que é um prático  roteiro para o uso de filmes em sala de aula. O tempo talvez seja o maior problema que professores e palestrantes enfrentam para ilustrarem suas falas com recursos alternativos, aí entra a solução apresentada no livro. Se caso não dispuser de tempo suficiente para passar o filme completo você poderá usar apenas as cenas selecionadas do filme, nesse caso, o livro mostra até o tempo exato das cenas que sejam adequadas a cada conteúdo, isso facilita muito o trabalho do professor. Esse livro apresenta, de forma didática,  a sinopse do filme, os temas e assuntos que possam serem utilizados tanto no crescimento acadêmicos dos alunos quanto na vida pessoal. Eu indico esse manual com toda segurança e garanto, nunca mais suas aulas e apresentações serão as mesmas.

Clic na capa do livro para mais informações.


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