quarta-feira, 17 de maio de 2023

PROJETO VISITA À FEIRA RONDÔNIA RURAL SHOW INTERNACIONAL


 


CLIC NA FOTO A CIMA E ENTRE NA PAGINA DA FEIRA


GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO – SEDUC/CREOPO

E.E.E.F.M. ALTAMIR BILLY SOARES - URUPÁ

PROFESSOR: DONIZETE MACEDO
ANO: 2023


Tendo em vista a importância da FEIRA RONDÔNIA RURAL SHOW INTERNACIONAL, o maior evento do gênero na Região Norte do Brasil, para os estudantes de Urupá, um município essencialmente agrícola. A visita à feira agropecuária permite aos alunos aprender sobre o setor agropecuário, conhecer diferentes tipos de culturas, técnicas de produção e criação animal, além de entender o papel dessas atividades para o desenvolvimento sustentável e a preservação do meio ambiente. Os estudantes também podem conhecer as últimas tecnologias e práticas agrícolas, tendências do mercado agropecuário, participar de palestras, workshops e exposições, e conversar com produtores, técnicos e profissionais do setor. Acredita-se que essa experiência enriquecedora será benéfica para o desenvolvimento acadêmico e pessoal dos alunos e para a promoção do desenvolvimento sustentável do município.

REGISTRO DE CIVILIZAÇÃO PRÉ-COLOMBIANA EM URUPÁ - RO

 


Há vestígios arqueológicos de uma civilização pré-colombiana em propriedade particular na linha T-20, localizada em Urupá a 400 Km de Porto velho, Rondônia. Os desenhos em baixo relevo nos arenitos, semelhantes aos encontrados no Cânion do Rio Poti, no Piauí, despertaram curiosidade de professores a alunos que visitam a região. No entanto, a existência de estudos preliminares ou conclusivos sobre esses registros arqueológicos ainda é incerta.



Para identificar o povo responsável por esses desenhos e compreender seu significado, são necessários estudos mais aprofundados. A falta de análises completas dificulta a compreensão desses registros. Portanto, é fundamental a colaboração entre pesquisadores, comunidades locais e instituições governamentais para valorizar esse patrimônio cultural.

A análise detalhada dos desenhos em arenito, a comparação com outros achados arqueológicos e a interpretação de seus significados são essenciais para entender a história e a cultura dessa civilização pré-colombiana. Estudos mais aprofundados devem ser conduzidos para preservar esses desenhos e entender seu valor histórico. A conscientização sobre essa herança cultural deve ser promovida entre universidades, pesquisadores e instituições responsáveis pelo patrimônio histórico, a fim de evitar sua perda irreparável devido à fragilidade do arenito às intemperes climáticas.

Por outro lado, compreendemos a importância de respeitar os interesses do proprietário do sítio, especialmente quando a principal fonte de renda da família está ligada à qualidade das pastagens no local. Dessa forma, é compreensível que o isolamento da área para estudos arqueológicos possa não ser viável no momento.

Além disso, é importante conscientizar as instituições governamentais responsáveis pelo patrimônio histórico sobre a situação, para que sejam encontradas soluções que respeitem os interesses de todas as partes envolvidas. Essas instituições podem auxiliar na busca por financiamento e apoio técnico para desenvolver estudos que se adaptem às circunstâncias específicas da propriedade.

É necessário encontrar um equilíbrio entre a preservação do patrimônio arqueológico e as demandas e necessidades da propriedade. Com uma abordagem colaborativa e respeitosa, é possível avançar na compreensão desse importante legado cultural sem comprometer a subsistência da família proprietária.

terça-feira, 28 de março de 2023

Desafios da seguraça alimentar no Brasil

 


A segurança alimentar é um dos maiores desafios enfrentados pelo Brasil atualmente. Apesar de ser um dos maiores produtores de alimentos do mundo, ainda há uma grande parcela da população brasileira que enfrenta dificuldades para ter acesso a alimentos nutritivos e em quantidade suficiente para garantir uma alimentação saudável.

 

De acordo com o último levantamento realizado pelo IBGE, em 2018, cerca de 10,3 milhões de pessoas viviam em situação de insegurança alimentar grave no país. Esse número representa 5% da população brasileira e indica que essas pessoas não tinham acesso a alimentos em quantidade e qualidade adequadas, o que pode acarretar em problemas graves de saúde e nutrição.

 

Além disso, a pandemia da COVID-19 também agravou o problema da segurança alimentar no país. De acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) realizada pelo IBGE, entre agosto de 2020 e fevereiro de 2021, mais de 19 milhões de brasileiros passaram fome ou tiveram dificuldades para se alimentar adequadamente.

 

Os dados também revelam que a insegurança alimentar é mais comum em áreas rurais e entre famílias com menor renda. Ainda de acordo com o IBGE, em 2018, 20,1% da população rural brasileira vivia em situação de insegurança alimentar, enquanto nas áreas urbanas esse número era de 3,6%.

 

Para tentar enfrentar esse problema, o Brasil possui programas sociais como o Bolsa Família, que visa garantir a segurança alimentar e nutricional de famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. No entanto, esses programas enfrentam desafios, como a falta de recursos e a dificuldade de acesso em áreas mais remotas.

 

Além disso, é importante destacar que a segurança alimentar não se resume apenas ao acesso a alimentos em quantidade suficiente. Também é necessário garantir que esses alimentos sejam nutritivos e seguros para consumo, o que envolve questões como a qualidade da produção, armazenamento e distribuição dos alimentos.

 

Em resumo, os dados oficiais mostram que o problema da segurança alimentar no Brasil é grave e afeta milhões de pessoas em todo o país, especialmente as mais vulneráveis. É preciso um esforço conjunto de políticas públicas, sociedade civil e setor privado para enfrentar esse desafio e garantir o direito humano básico à alimentação adequada e saudável para todos os brasileiros.

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/07/inseguranca-alimentar-afeta-61-milhoes-no-brasil-diz-onu.shtml#:~:text=No%20Brasil%2C%2061%2C3%20milhões,aponta%20relatório%20das%20Nações%20Unidas

https://www.ibge.gov.br/busca.html?searchword=pnad&start=440

segunda-feira, 27 de março de 2023

A crise climática global: impactos e desafios para o Brasil.

Foto de Juliany Oliveira 

A crise climática é um desafio global que afeta todos os países, incluindo o Brasil. Os efeitos das mudanças climáticas já são sentidos em todo o território nacional, trazendo desafios que exigem ações imediatas e efetivas para minimizar seus impactos.

Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o desmatamento na Amazônia brasileira aumentou 9,5% em 2021 em relação ao ano anterior, atingindo a marca de 10.476 km². Esse índice é o maior desde 2016 e representa uma perda significativa da biodiversidade e dos ecossistemas da região.

 Além disso, a intensificação das chuvas e das secas tem causado prejuízos econômicos para a agricultura e pecuária, setores que são vitais para a economia do país. De acordo com o Ministério da Agricultura, em 2020, as perdas causadas pela estiagem na região Sul do país chegaram a R$ 5,5 bilhões.

 Outro problema relacionado à crise climática é o aumento da temperatura média no país. Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indicam que a temperatura média no Brasil aumentou 1,2°C nas últimas décadas. Esse aumento tem impactos diretos na saúde da população, aumentando a incidência de doenças respiratórias e cardiovasculares.

 A crise climática também afeta o abastecimento de água no país. Em 2021, o Sistema Cantareira, que abastece a região metropolitana de São Paulo, atingiu o nível mais baixo de sua história, com apenas 11% de sua capacidade total. A falta de água tem gerado impactos diretos na qualidade de vida das pessoas, além de prejuízos para a indústria e o comércio.

 Diante desses desafios, é preciso que o Brasil adote medidas efetivas para combater a crise climática. É necessário investir em fontes de energia renováveis, promover ações de conservação da biodiversidade e dos ecossistemas, além de adotar práticas sustentáveis na agricultura e pecuária. Somente com ações coordenadas e efetivas será possível minimizar os impactos da crise climática no país e garantir um futuro mais seguro e sustentável para as próximas gerações.

http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/app/dashboard/alerts/legal/amazon/aggregated/

 

A crise hidrica brasileira: desafios e enfrentamento.

 A crise hídrica no Brasil tem se tornado um tema cada vez mais urgente e preocupante nos últimos anos. Com a intensificação do fenômeno do aquecimento global e as mudanças climáticas, a escassez de água se tornou uma realidade em diversas regiões do país. Além disso, a falta de investimentos em infraestrutura e gestão dos recursos hídricos tem agravado ainda mais a situação.

Os desafios para enfrentar a crise hídrica no Brasil são muitos. Primeiramente, é necessário investir em medidas de conservação e preservação dos recursos hídricos, como o reflorestamento das áreas degradadas, o controle da poluição e o uso racional da água. Além disso, é preciso investir em infraestrutura para garantir o acesso à água potável para a população, especialmente nas regiões mais vulneráveis.

Outro desafio importante é a gestão dos recursos hídricos. É necessário que o governo atue de forma mais efetiva na regulação do uso da água pelos diversos setores da economia, como a agricultura, a indústria e o abastecimento urbano. É preciso estabelecer critérios claros para a outorga de uso da água e garantir que esses critérios sejam respeitados pelos usuários.

Além disso, é preciso investir em tecnologias mais eficientes para o tratamento e distribuição da água. A construção de reservatórios e sistemas de armazenamento também é uma medida importante para garantir o abastecimento em períodos de estiagem.

A conscientização da população também é fundamental para enfrentar a crise hídrica. É preciso incentivar o uso racional da água em todas as esferas da sociedade, desde o consumo residencial até o uso industrial e agrícola. A educação ambiental pode desempenhar um papel importante nesse sentido, ajudando a conscientizar as pessoas sobre a importância da preservação dos recursos naturais.

Por fim, é preciso que o governo federal assuma um papel mais proativo na gestão da crise hídrica. É necessário que sejam criados programas e políticas públicas específicas para enfrentar o problema, com investimentos adequados e medidas efetivas para garantir o acesso à água para toda a população.

Em resumo, a crise hídrica no Brasil representa um grande desafio, mas é possível enfrentá-la com medidas adequadas e investimentos efetivos. A preservação dos recursos hídricos, a gestão eficiente dos recursos, o uso racional da água e a conscientização da população são fundamentais para garantir a segurança hídrica no país.

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